O último ano e meio tem sido passado a preparar o meu primeiro disco "Tu, que Trago nos Sentidos", que prevejo ter concluído até ao final deste ano.
Depois de ter gravado alguns temas com o Ricardo Verdelho (pianista do programa Contacto da SIC), fui à procura de um dos mais importantes produtores/autores/cantores/músicos da área do fado, o Jorge Fernando.
Assim, no passado sábado, lá fui eu, para mais uma conversa com o Jorge com vista a vermos datas e disponibilidades para arrancarmos com o trabalho.
Como já vem sendo hábito, sempre que vou ao restaurante onde o Jorge Fernando toca habitualmente, o Bacalhau de Molho - Casa de Linhares (onde também podemos ouvir a Ana Moura e a Raquel Tavares, entre outros), acabo por cantar. E foi assim que o improviso aconteceu. No segundo dos três fados que cantei, o fado tradicional loucura com letra escrita por mim, ao tocarmos num tom que claramente não era o meu, acabámos por criar um novo fado que só é pena não ter ficado registado porque duvido que o consigamos fazer de novo. Desde a melodia à letra não houve uma só frase que correspondesse ao que nos havíamos proposto fazer. Valeu-me o extremo profissionalismo e talento dos músicos que me acompanharam no devaneio e não me deixaram ficar mal.
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4 comentários:
... e aquele vodka que bebi à tua conta... cada erro, cada golo.
Não me voltes a fazer uma destas!
É a vida. Estavam vocês pior que eu. Eu estava a divertir-me imenso, a minha única preocupação era como ia acabar aquilo.
Mas correu bem.
Ao vodka é q já n achei tanta piada. Estava a contar com um copo cheio e deparei-me com um copo praticamente vazio. Depois conta-me histórias de q eram os nervos.
Afinal de contyas quem estava a cantar era eu...
Por isso mesmo não precisavas do vodka, não dá para cantar e beber ao mesmo tempo...
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